Surfista: “Faça Tudo Valer a Pena”

Galera, aloha!

RUB

RUB

O blog Surfista Paulistano vem por meio deste post anunciar que este canal é mais um apoiador do projeto “Faça Tudo Valer a Pena”, vídeo abaixo, do cantor RUB, do canal Rub Surf Music.

Tive a oportunidade de conhecer o RUB e acho o projeto dele de muita coragem e inovador.

Você também pode ser parte desta realização, por meio do Kickante. Faltam seis dias para o objetivo final. Vamos nessa!!!

O projeto já conta com o apoio de campeões mundiais do esporte como Gabriel Medina e Leco Salazar.

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Amor no Surf

11393274_1036893542995080_1133163607280056774_nO Surfista Paulistano deseja um Feliz Dia dos Namorados para todos os(as) surfistas e namoradas(os) de surfistas do Brasil. Aloha!!!

Oferecimento: Only Surf (www.onlysurf.com.br), Diário das Ondas (https://www.facebook.com/diariodasondasbr?fref=ts) e Surfistas para Sempre (http://www.surfistasparasempre.com)

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Casamento de surfista

familia

Aloha, queridos amigos(as) do surf! Casei neste sábado (16) com a mulher da minha vida. Companheira com quem eu já vivo há mais de oito anos. Mãe dos meus filhos: o JP, de 7 anos, e a Flecha, de quatro patas. Dona do meu coração que carrega na barriga mais um bacuri ou “bacuria” que em breve chegará para animar ainda mais nossas vidas.

Por enquanto nossa família é retratada como no desenho acima. Logo mais a família vai crescer. Te amo meu amor.

Aloha!!!

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Festivalma Surf em SP e Santos

XI Festivalma

XI Festivalma

A 11ª edição do Festivalma, evento que reúne arte, cinema e a música do surf e da praia, trará como palcos dois endereços entre os dias 11 e 14 de junho 2015. Em São Paulo, no Parque do Ibirapuera, o evento deve reunir cerca de 20 mil pessoas. Já em Santos, no Parque Mário Santini, no dia 13 de junho, mais de 50 mil pessoas devem visitar o festival.

Romeu Andreatta, curador do XI Festivalma, explica que o tema da edição deste ano, “Novas Conexões”, discutirá o atual momento do surf mundial que sempre olhou para picos como Hawaii, Califórnia e Austrália. Atualmente é possível olhar influências em praias brasileiras, européias e costa leste americana.

Para saber mais sobre o evento clique aqui.

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Surf no whatsapp

Diario das Ondas

Aloha, galera do surf. Quero deixar registrado aqui no Surfista Paulistano uma dica porreta para quem não abre mão de pensar e falar sobre surf quando está no celular, no trânsito, no escritório ou até mesmo na praia, relaxando de uma session.

A página do Face, Diário das Ondas (logotipo ao lado), criada por um grupo de surfistas, cujo objetivo é postar diariamente fotos, vídeos e previsões de picos, montou um grupo no Whatsapp para a galera poder se conhecer, falar sobre surf, negociar produtos, agendar a próxima session e muito mais. Vale a pena! A turma é divertida e respira surf todos os dias. Lá você também pode compartilhar videos, fotos, previsões, etc. Mais de 90 pessoas já estão no grupo

Em breve, a página do Face trará tudo sobre entradas de swells e mais sobre o trabalho da galera como propagandas, shapers, etc…

Para se inscrever no Whatsapp do Diário das Ondas clique aqui. Não deixe de registrar o seu DDD. E, claro, não deixe de curtir a página dos brothers. Aloha!!!

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Curadoria de surf na tela

Galera, aloha!!! Além de entrevistas que venho fazendo com surfistas “anônimos” ou famosos, vou iniciar hoje um trabalho de curadoria de notícias, vídeos e fotos que foram destaque no universo do surf. Tudo isso pra vocês poderem aproveitar apenas a nata do que está sendo publicado. O filtro fica sob minha responsabilidade.

A ideia é tentar publicar essa nova seção no Surfista Paulistano pelo menos de 15  em 15 dias. Bom, vamos nessa. Boa diversão!

Aloha!!!

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Bate-papo com Surf Van

Quem nunca viu a famosa Surf Van subindo ou descendo a serra ou estacionada nos principais picos de surf do litoral norte de São Paulo e Guarujá? Se ainda não viu, com certeza vai ver, principalmente quando estão quebrando altas ondas.

O negócio, que existe desde 2000, já percorreu incontáveis quilômetros de estrada e já proporcionou dias e dias de surf para cerca de mais de 6 mil pessoas, pela contabilidade do publicitário Douglas Pires, 41, proprietário da Van, que concedeu a entrevista abaixo para o Surfista Paulistano durante janeiro/2015 em uma praia do litoral norte de São Paulo após uma session a qual tive a oportunidade de acompanhar por acaso e conferir a vibe positiva da galera. Acima, algumas fotos traduzem também essa atmosfera.

Se você está achando que a sua session de surf foi pro saco porque você está sem carro, os seus problemas estão resolvidos. Boas ondas!!!

Para saber mais sobre a Surf Van clique aqui!

Surfista Paulistano (S.P.) – Fale um pouco sobre sua trajetória profissional e o início da Surf Van.

Douglas Pires (D.P.) – Comecei em 1992 a trabalhar como designer em empresas de surf. Em 2000, um amigo, Carlos Santana, me chamou para bolarmos a Surf Van. A gente já fazia umas viagens juntos e nessas viagens começamos a bolar as ideias até chegarmos no nome Surf Van. Trabalhamos juntos até 2007. E desde então eu sigo tocando o negócio sozinho. 

S.P. – Como são escolhidos os picos de destino da Surf Van a cada bate e volta? 

D.P. – Já sei como será a direção do swell durante a semana, seguindo sempre a previsão das ondas e ventos. As vezes defino o destino como litoral norte e outras vezes para o Guarujá. 

S.P. – O que um surfista precisa fazer para participar dos bate e voltas da Surf Van? 

D.P. – Por meio da página da Surf Van no Facebook, onde a pessoa pode entrar e se cadastrar ou pelo site, onde terá todas as informações sobre a trip e os dados bancários para depósito do valor de R$ 50,00, que é quanto custa o serviço de bate e volta, com direito a um açaí da Frooty Açaí. 

S.P. – O que está incluso no valor de inscrição do serviço?

D.P. – Ida e volta do pico (horários e pontos de chegada e partida da Van em São Paulo pelo site da Surf Van), em uma van executiva, zerada, com vídeo de surf. Eu conto com o trabalho do fotógrafo Henrique Tricca, que acompanha as trips, e eu mesmo faço os vídeos. O surfista volta da trip assistindo as imagens na Van. As imagens (filmagem) são grátis, as fotos são pagas.

S.P. – Como funciona o calendário de surf da Surf Van e quantas pessoas já surfaram ou começaram a pegar onda na companhia da Surf Van? 

D.P. – A média de viagens é de três a quatro vezes na semana. Sábado e domingo e os dois melhores dias da semana. Não sei o número ao certo, desde o início do projeto, mas acredito que já atendemos mais de 6 mil surfistas. Muita gente começou a surfar pela Surf Van e mudou seu estilo de vida completamente. A empresa tem parcerias com escolas de surf no litoral para iniciantes e também tem muito surfista experiente que usa o serviço. 

S.P. – A Surf Van também realiza Surf Trips internacionais?

D.P. – Já fizemos uma surf trip para o Chile em 2006 para 2007, porque naquele momento o dólar era favorável para isso. Podemos até pensar em voltar a organizar trips internacionais. Mas pelo Brasil já fizemos inúmeras trips de surf, de Bahia ao Sul do país, quase divisa com o Uruguai. 

S.P. – Você vive exclusivamente deste negócio? 

D.P. – Sim, eu me sustento pela Surf Van que além dos surfistas que usam o serviço também conta com o patrocínio de marcas líderes no mercado de surf. São elas: Rip Curl, loja Surfers Paradise, Ripwave, Prolite, Frooty Açaí e divulgação Waves e Fluir. 

S.P. – Como é viver do surf? 

D.P. – Para falar a verdade eu sempre quis isso desde 1992. Tentei virar surfista profissional, mas não deu certo. Tentei algumas competições. Mas sempre tive na minha cabeça que um dia eu ia ganhar dinheiro e viver do surf. Por isso eu amo o que eu faço. Deu certo. Tive a sorte de ter um amigo que deu o pontapé inicial no projeto e estou aí até hoje. O prazer que sinto neste trabalho é indescritível. Sou realizado profissionalmente porque faço o que eu gosto. Não tem coisa melhor. 

S.P. – Como começou a sua história de surfista? 

D.P. – Eu sou paulistano e surfo desde os 13 anos de idade. Comecei no litoral sul de São Paulo. Meu tio tinha apartamento em Santos, minha avó tinha casa em Itanhaem, outro tio em Praia Grande, mas meu ponto fixo era mesmo Itanhaem, onde eu inclusive morei por quatro anos. 

S.P. – Qual é o seu pico de surf preferido e o que te incomoda mais no surf? 

D.P. – Quando as ondas estão boas, um pico que tem acesso de carro e estrutura, é Maresias (SP). Agora o que mais me aborrece no surf? Putz, difícil, hein? Acho que nada (risos)…

S.P. – Nem o crowd? 

D.P. – Eu sou o cara que menos pode reclamar do crowd porque eu sempre chego em 10 surfistas. Eu praticamente levo o crowd (risos). Ultimamente estou vivendo um momento tão zen na minha vida que nem o crowd tem me incomodado. 

 

 

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