Universitário de surf é sucesso em Maresias

A primeira etapa do Circuito Paulista Universitário de Surf, organizado pela Ibrasurf/Flux, aconteceu nos últimos dias 17 e 18 em Maresias (SP). Mais uma vez o evento reuniu os melhores atletas universitários do surf paulista.

Confira os melhores momentos do evento nas lentes dos fotógrafos Márcio Rovai e Yunes Skhader, da Altas Produções.

Abaixo segue o resultado completo da prova que terá sua segunda etapa nos dias 29 e 30 de outubro na praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP).

Resultados – 1ª Etapa do 18º Circuito Universitário de Surf:

Paulistana

1º Pedro Tanaka (Mackenzie)

2º Renan Castro (Instituto Europeo de Design)

3º Daniel Araujo (Anhembi Morumbi)

4º Thiago Menezes (Unip)

Formados

1º Dárcio Dias (Unifesp)

2º Diego Rodrigues (Universidade Bras Cubas)

3º William Marroco (Uninter)

4º Lucas Rigueiral (Universidade de Mogi das Cruzes)

Masculina Open

1º Luiz Diniz (Don Domênico)

2º Kaipo de Jesus (Unaerp)

3º Gabriel Rochetto (FASS)

4º João Gabriel (ESAMC)

Feminina

1º Stephanie Frumento (Don Domênico)

2º Larissa Ferreira (Gama Filho)

3º Yohana Sarandini (UniABC)

4º Fernanda Infanti (Unisanta)

Tag Team

1º Mackenzie

 

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Show de surf universitário em Maresias

O famoso Circuito Paulista Universitário de Surf, organizado pela Ibrasurf/Flux, tem data marcada para dar início à sua primeira etapa: dias 17 e 18 de setembro. O palco escolhido para a competição é a praia de Maresias, litoral Norte de São Paulo. A 18ª edição da prova contará com a presença de surfistas universitários e formados do Estado de São Paulo.

Além do show de surf dentro da água o final de semana será composto por  mini ramp de skate irada na areia, aulas de Surf e SUP, live painting, DJ, cabo de guerra, mutirão de limpeza da praia, distribuição de brindes dos patrocinadores, massagem, entre outras atrações.

No sábado, dia 17, após o pôr do Sol, a programação segue para o Dope Maresias Club (antigo Morocco) para a realização de uma das melhores Beach Party do litoral. Garanta seu ingresso online ou nos pontos de venda listados abaixo:

  • PoPipe – R. Pamplona, 1057
  • Blaze Supply – R. Augusta, 2347
  • Ibrasurf – Av. Jurema, 326

A segunda edição da prova acontece nos dias 29 e 30 de outubro em Itamambuca, Ubatuba (SP).

O 18º Circuito Universitário de Surf é uma promoção do Ibrasurf e da Flux Experiences & Entertainment, com patrocínio da Club Social e 51 Ice, apoio Halls, Litorânea, Surfing-Village, Hereda Surf Hostel, Yutty Hostal, Up Drop, R. Barqueta Surfboards e Stonehead.

Realização da APSU – Associação Paulista de Surf Universitário, em parceria com a Federação Paulista de Surf , ASM – Associação de Surf de Maresias, Associação de Surf de São Sebastião – ASSS, Prefeitura de São Sebastião.

Projeto realizado através da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Governo do Estado de São Paulo.

 

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Performances brasileiras em Trestles!!!

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Filipe Toledo. Foto: WSL/Sean Rowland

Fazer um post com palpites sobre a etapa de Trestles é fácil, quero ver manter o post no ar após a etapa sustentando que alguns de seus palpites foram por água abaixo, hahahahahahahahah.

Além da já comentada polêmica envolvendo Gabriel Medina, o Hurley Pro at Trestles, na Califórnia, oitava etapa do circuito mundial de surf profissional, organizado pela Liga Mundial de Surf, patrocinado pela Samsung, foi surpreendente em todos os sentidos. Surpreendente pela queda precoce de atletas de peso, surpreendente pela ótima performance de Filipinho Toledo, surpreendente pelo bom resultado de Alex Ribeiro, que desde o início do ano não tinha mostrado pra que veio ao CT.

Vamos aos palpites:

  • Disse que Gabriel Medina seria campeão do evento. Os juízes da WSL me garafaram!!!! kkkkkk;
  • Afirmei que Filipinho ficaria nas semi-finais. Acertei!!! Aliás, o jovem prodígio de Ubatuba (SP) foi o destaque da competição. Infelizmente cometeu um erro de estratégia na semi final contra o campeão Jordy Smith;
  • No caso de Adriano de Souza errei feio!!! Na verdade o meu palpite sobre Adriano de Souza deveria ter sido dedicado ao Alex Ribeiro e vice versa. O estreante brasileiro no tour em 2016 surpreendeu a todos, porém precisará se esforçar muito para se manter no circuito em 2017;
  • A performance de Ítalo Ferreira também surpreendeu pra baixo. Ítalo não passou do round 3, eliminado justamente por outro brazuka que eu achava que não ia passar do round 2, Jadson André, que resistiu muito bem até o round 5;
  • Caio Ibelli, Wiggoly Dantas e Miguel Pupo foram palpites que eu acertei em cheio, infelizmente foram eliminados no round 3, seguindo minhas previsões;
  • Já Alejo Muniz não passou do round 2, contrariando minha análise de que o atleta avançaria pelo menos até o round 3.

Enfim, palpites a parte, seguimos na torcida pelo bom desempenho  de TODOS os atletas brasileiros no tour, no QS ou em qualquer outro circuito nacional, regional ou internacional.

Aloha!!!

 

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A polêmica bateria em Trestles!!!

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Gabriel Medina. Foto: WSL/Sean Rowland

Como sempre, as vezes por opção (nesse caso foi), sou um dos últimos, se não o último, comentarista de surf a escrever sobre uma etapa do mais importante circuito mundial de surf profissional: o Samsung Galaxy Championship Tour, organizado pela Liga Mundial de Surf (WSL, na sigla em inglês). Nesse caso a etapa em questão foi a Hurley Pro at Trestles, prova de número 8 da temporada 2016.

Prefiro ser o último, principalmente quando a disputa é composta por uma questão super polêmica, como foi essa de Trestles, por conta da bateria entre o brasileiro Gabriel Medina contra o norte-americano Tanner Gudauskas. Eu prefiro acompanhar todas as opiniões publicadas e agir fora do calor da emoção.

Sem dúvida, a bateria de número sete do round 3 tinha tudo para ser APENAS uma bateria acirrada, como foi (assista resumo do combate abaixo). Digo APENAS porque, além de acirrada, ela foi marcada, infelizmente, por uma atuação questionável dos juízes da prova. Questionável porque o surf é um esporte cujo julgamento é subjetivo.

O padastro de Gabriel Medina, Charles Medina (vídeo abaixo), comparou o jovem Gabriel ao corredor Usain Bolt e ao nadador Michael  Phelps. Em termos de performance sem dúvida Medina é tão relevante quanto à Bolt e Phelps, cada um na sua praia. Do ponto de vista de estar triste com o resultado da bateria, Charles tem toda razão. A única diferença nesse caso é que a natação e o atletismo são modalidades onde quem vence é quem chega em primeiro lugar e ponto, resultado inquestionável. Já no surf vence quem recebe o maior somatório de notas, notas dadas por juízes contratados, acredito eu que são especialistas no tema. No caso dessa polêmica com Gabriel esses tais juízes ficaram como vilões. Eles sempre oscilarão entre vilões e mocinhos, dependendo do resultado. Em Trestles, concordo que eles foram “vilões” do ponto de vista de que a avaliação foi equivocada. Só não concordo com o movimento levantado de que existe um plano contra o Brasil. Daí acho exagero sim e reforço minha opinião de que o torcedor tem que tomar cuidado para não imperar o complexo de vira-lata.

Gabriel foi prejudicado por uma avaliação confusa e equivocada? Sim, avalio que sim!!! Gabriel foi vítima de uma estratégia maquiavélica para o surf brasileiro ser prejudicado no tour? Não, não acredito nisso.

Não tenho dúvida de que Gabriel Medina tem talento e personalidade o suficiente para não sustentar esse tipo de argumento. Ele não precisa disso!!!

De todos os comentários e protestos publicados por jornalistas e surfistas do Brasil e do mundo, deixo aqui registrada minha admiração e total apoio ao comentário postado pelo multi-campeão Kelly Slater (clique aqui para ver). Na opinião de Slater “as pessoas aproveitam algumas situações para tumultuar a respeito de coisas que não são muito importantes para o rumo de suas vidas. A importância que as pessoas deram para essa bateria é totalmente desnecessária. Foi uma bateria acirrada, que poderia ter ido para qualquer um dos lados…” 

O 11 vezes campeão ainda defende uma solução para o futuro. “Os juízes não deveriam saber a situação atual de cada bateria e pontuar de acordo com a onda…”. Quem sabe um dia?

Em meio à polêmicas sempre surgem opiniões e avaliações inteligentes, que ajudam a mostrar qual onda foi realmente melhor. O vídeo abaixo mostra, de forma clara, que Gabriel foi melhor, o que confirma a teoria de equívoco, mas não alimenta a teoria de conspiração contra o Brasil, kkkkk.

Como disse Slater, sempre tem os aproveitadores que gostam de surfar na polêmica alheia para exagerar, ofender e defender atitudes impensadas. Chegaram ao absurdo de divulgar nas redes sociais um comunicado falso em nome de Gabriel Medina informando que o ele não disputaria mais o circuito esse ano. Felizmente e estrategicamente a equipe do atleta desmentiu rapidamente a confusão com um comunicado oficial publicado no Portal Waves. Esse tipo de divulgação falsa é como queimar ônibus em formato de protesto. Você está prejudicando toda uma comunidade e prejudicando ao próximo. Pode até prejudicar o dono da empresa de ônibus, mas o ônus maior não será para ele, mas sim para pessoas comuns que usam os ônibus todos os dias e para os motoristas dos ônibus, que vivem da ferramenta. Nesse caso Gabriel Medina é o motorista do ônibus.

Por que não usar essa energia de protesto para fazer algo inteligente, para propor mudanças, para fazer movimentos benéficos para o esporte?

Outra besteira publicada durante o calor da emoção foram comentários defendendo um boicote à WSL. Confesso que, de cabeça quente, até pensei na possibilidade de aderir ao movimento. Mas pensando de cabeça fria isso seria um tiro no pé de cada um dos brasileiros que hoje vivem do tour e outros tantos brasileiros que tentam viver do surf. Eu jamais faria isso com nossos heróis brazukas. Sou torcedor e fã de cada um desses jovens atletas que hoje lutam por seu lugar ao sol no CT, no QS ou em outro circuito de surf pelo mundo. Contem sempre com meu apoio e críticas construtivas.

Utilizarei, sempre, esse espaço para defender de forma justa os surfistas brasileiros. Se for para polemizar, protestas ou criticar, farei isso de forma construtiva.

De novo, vamos usar nossa energia de torcedor para gerar movimentos inteligentes em prol do esporte que amamos. Não vamos agir como os idiotas das torcidas organizadas de futebol, que usam suas influências para assinar ações de protesto totalmente ignorantes.

Vamos torcer em paz, na vibe, aloha!!!

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Melhores momentos em Maresias

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Peterson Crisanto. Foto: Munir El Hage

Confira abaixo os melhores momentos da segunda etapa do Maresia Paulista de Surf Profissional (imagens de Fábio Carvalho de Oliveira e Dadá Nascimento). A competição que aconteceu nos dias 9 e 10 de setembro, em Maresias, litoral norte de São Paulo, reuniu 96 atletas de 10 estados e da Argentina. O campeão da etapa foi o paranaense Peterson Crisanto (foto acima), que desenvolveu ótima performance composta pela única nota 10 do evento e um recorde de 19,75 pontos de 20 possíveis.

O Maresia Paulista de Surf Profissional 2016 tem os patrocínios da rede de lojas Overboard, Casio G-Shock, K Energy Drink e pranchas New Advance. Apoio da BeeNoculus. A realização é da Federação Paulista de Surf, com apoios do Governo do Estado de São Paulo/Secretaria da Juventude Esporte e Lazer, prefeituras de Guarujá, São Sebastião e Ubatuba, associações de Surf de Guarujá e de São Sebastião e Ubatuba de Surf, com divulgação do Portal Waves.

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Palpites para Trestles

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Gabriel Medina. Foto: WSL/Brett Skinner

Caros amigos, sumi de novo? kkkkk. Me desculpem, aconteceram mil coisas na minha vida nos últimos dias. Algo ligado ao surf? De certa forma sim. Em momento oportuno retomo esse assunto. Vamos falar de CT. Após a histórica etapa em Teahupoo, onde o monstro Kelly Slater voltou a mostrar suas garras de campeão, estamos às vésperas da oitava etapa do Samsung Galaxy Championship Tour. O Hurley Pro at Trestles, na Califórnia, dará o que falar. Por que?

Porque teremos a nova geração e veteranos disputando esse título. Considerando apenas os 10 primeiros do ranking mundial, do lado jovem do CT, temos John John Florence, Gabriel Medina (foto acima), Julian Wilson e Ítalo Ferreira. Entre os veteranos temos Jordy Smith, Adriano de Souza (sim, na minha opinião Mineiro é  um veterano), Kelly Slater e Mick Fanning com chances de briga pelo título.

O meu palpite de campeão da etapa vai para Gabriel Medina, seguido por John John Florence, Mick Fanning  e Filipinho Toledo.

As performances do demais brazukas, na minha opinião, serão assim:

  • Adriano de Souza deve ter uma boa performance em Trestles, sem repetir o vice-campeonato em 2015, mas chegando até umas quartas de final pelo menos;
  • Ítalo Ferreira deve avançar bem também nas ondas californianas, chegando até o round 5 ou quem saber as quartas de final;
  • Alejo Muniz, Caio Ibelli, Wiggoly Dantas e Miguel Pupo devem avançar até o round 3, com chances de passar para a quarta e, por sua vez, quinta etapa da prova;
  • As eliminações precoces verde e amarelas no round 2 (repescagem) devem ficar com Alex Ribeiro e Jadson André.

Se eu estiver correto em meus palpites, com esse resultado Gabriel Medina assume a segunda posição do ranking, colado em John John Florence, que manteria sua primeira colocação.

Vamos torcer!!!

Aloha!!!

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Retrospectiva em Teahupoo

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Gabriel Medina. Foto: WSL

A sétima etapa do Samsung Galaxy Championship Tour, da World Surf League, acontece entre os dias 19 e 3o de agosto. O palco para a realização do Billabong Pro Tahiti são as pesadas ondas de Teahupoo, no Tahiti, Polinésia Francesa.

Para entrar no clima trago aqui no Surfista Paulistano os melhores momentos das três últimas edições  do evento (2015, 2014 e 2013), que contou com as vitórias de Jeremy Flores (2015), Gabriel Medina (foto – 2014) e Adrian Buchan (2013).

Aloha!!!

2015

2014

2013

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