The Board Trader Show começou bem!!!

A primeira edição da The  Board Trader Show, maior feira de pranchas, equipamentos e acessórios para surf e boardsports do mundo, concluiu suas atividades no último domingo, dia 27. Para uma primeira vez dou nota 8,5 para o evento e afirmo que os organizadores passaram para o próximo round com a missão de conquistar uma peridiodicidade ao evento. Apesar de ter ouvido algumas críticas (preços altos do ingresso e estacionamento, falta de mais marcas de surfwear e a não presença dos atletas do circuito mundial foram as principais reclamações) de surfistas que foram ao São Paulo Expo, palco da feira , a parte positiva do encontro falou mais alto e, sem dúvida a nata, principalmente dos shapers, da indústria brasileira de surf estava lá, reunida em três dias.

Quanto às reclamações citadas acima o preço do ingresso e do estacionamento é algo compreensível em um momento delicado da economia nacional onde um evento desse porte tem que se pagar. Já a ausência de mais marcas do segmento de surfwear é uma questão de tempo, acredito. Por fim, a presença de nossos atletas do WCT e WQS vai depender de uma agenda que não bata de frente com a Tríplice Coroa Havaiana, a mais importante competição do ano que acontece no Hawaii, exatamente onde os atletas da elite se encontram no momento.

Eu tive o prazer de visitar a The Board Trader Show logo no primeiro dia de funcionamento, sexta-feira, dia 25. Fiquei por lá do início ao fim do dia e afirmo que valeu muito a pena cada minuto investido dentro do pavilhão. Além de encontrar grandes amigos, o evento na minha opinião, foi marcado pelos trabalhos surpreendentes apresentados pelos fabricantes e reconhecidos pela organização. Confira vídeo abaixo os destaques (Best in Show) da primeira edição da The Board Trader Show 2016.

A programação da feira também chamou a atenção com o Master of Shapers, onde oito shapers brasileiros apresentaram “ao vivo” para o público suas habilidades em uma competição inédita. Em homenagem ao shaper e designer Daniel Friedmann (presente na feira), autor da famosa prancha 6’5, monoquilha, round pin, criada por ele em 1978, os shapers convidados tiveram o desafio de replicar durante os três dias do evento a famosa prancha. Confira abaixo vídeo da avaliação dos jurados e anúncio do campeão da prova. O título de Master of Shapers em 2016 ficou com o shaper Rodrigo Silva, da SRS Surfboards.

Enfim, da minha parte, foram mais de 10 horas de evento conversando com os principais shapers e marcas de surf presentes. Seria injusto jogar todo o conteúdo apurado em um único post. Injusto com você leitor e com os entrevistados. Por isso me comprometo em publicar nas “próximas duas décadas” o conteúdo apurado em um único dia. Duas décadas? Sim, um único dia de evento sem dúvida renderá muito conteúdo bacana. Ok, talvez duas décadas seja exagero. Mas nos próximos meses terei muito trabalho, com o maior prazer, para trazer para você um conteúdo espontâneo, com um único compromisso: com a verdade.

Não deixe de assistir abaixo os vídeos com os melhores momentos da The Board Trader Show 2016. Já na galeria acima você confere os registros do fotógrafo de surf Felipe Garcia que me acompanhou nessa visita ao  lado do professor de surf Eduardo da Silveira, da tradicional escola Surfistas para Sempre, no Guarujá.  A minha visita à feira foi realizada em parceria com o projeto Diário das Ondas, maior comunidade virtual de surf do Brasil no Facebook com mais de 100 mil seguidores e 27 grupos de whatsapp organizados por Estados como São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, entre outros.

 

Até a próxima galera. Aloha!!!

 

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Moda de surf e skate no verão

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Adriano de Souza, atleta HD

As redes de lojas Surf Trip e Super Tubes selecionaram as principais tendências das marcas de surfwear e streetwear que estarão nas praias e nas ruas no verão 2016/2017.

 

Confira as apostas das marcas para a próxima temporada:

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Billabong

Billabong – Capitaneada pelo conceito Life is Short, a multinacional destaca sua linha de boardshorts pro-model de atletas como Joel Parkinson (Fluid X), Ítalo Ferreira (Tribong X Fronds) e Jack Freestone (Slice X). A linha de camisetas caminha junto com as bermudas, com estampas relacionadas entre si. A preocupação com a questão ambiental aparece no boardshort Platinum, fabricado com o tecido Shred Right, proveniente da reciclagem de 25 garrafas pets para cada modelo. Já as camisetas não têm nada de básico. Uma gramatura diferenciada reflete em um toque peletizado, lembrando um tecido especial nos modelos mais simples e sem custar nada mais ao bolso do cliente.

DC – Uma das empresas mais renomadas do mercado de skate, desde 1994 a DC desenvolve produtos focados na inovação tecnológica e estilo. Inovar é sempre uma prioridade a fim de proporcionar melhorias nos tênis para andar de skate. Entre os destaques aparece o modelo Syntax, que possui uma espécie de airbag no solado. Collab com artistas das mais variadas vertentes, como design, música e fotografia estão presentes em várias linhas de confecção. Sem deixar o movimento old school de lado, 94 Collection remonta aos anos 90, época de cores fortes e clássicas, com desenhos e estilos inspirados nos atletas da marca.

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Element

ElementMade to Endure, o conceito já diz tudo: feito para durar. Totalmente inspirada no skate, mas buscando inspiração também em elementos urbanos e fashion, a Element quer ser conhecida como referência de bottom, com peças de jeans Continuar lendo

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Black Friday no surf em São Paulo!!!

 

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Clique na imagem para acessar o site oficial do evento!!!

A maior feira de pranchas, equipamentos e acessórios para surf e boardsports do mundo , a THE BOARD TRADER SHOW, começa em São Paulo nesta sexta-feira 25. Endossada pela similar americana, The BoardRoom, da Califórnia , o evento no Brasil terá como sede o São Paulo Expo (localizado no km 1,5 da Rodovia dos Imigrantes, na capital paulista).

Segundo o idealizador da feira,  Cláudio Martins, o Claujones, CEO do portal Waves e da extinta Revista Fluir, o primeiro dia da The Board Trader Show começa com promoções surfando na onda do Black Friday.

De acordo com os organizadores do evento, o mercado de surf no país fatura por ano R$ 7 bilhões com a produção de 80 mil pranchas para atender a demanda de três milhões de praticantes .

Além de novidades para o segmento como um leash anti-tubarão e um anti-derrapante para pranchas, a programação também será composta pelo Master Of Shapers, onde oito shapers brasileiros apresentarão”ao vivo” todas as suas habilidades em uma competição inédita. Em homenagem ao shaper e designer Daniel Friedmann, autor da famosa prancha 6’5, monoquilha, round pin, criada por ele em 1978, os shapers convidados terão o desafio de replicar durante os três dias do evento a famosa prancha.

Artes plásticas e fotografias do surfART também estarão presente cobrindo 150 metros do pavilhão onde a feira acontece. A mostra tem curadoria de Kemel Addas Neto.

O evento trará ainda pocket shows , DJs e música com reaggae e blues para completar o clima “surf”.

A realização da The Board Trader Show é da empresa brasileira Dragon Live Productions.

Serviço

Dias: 25 e 26 de novembro (sexta e sábado) das 12h00 às 22h00 e
Dia 27 de novembro ( domingo) das 12h00 às 20h00.
Local: SP Expo (Rodovia dos Imigrantes km 1,5 – São Paulo / SP)
Ingressos : IngressoRapido.com.br (de R$ 60,00 a R$ 80,00, de acordo com o Lote)
Passaporte para os 03 dias : R$ 150,00
Estacionamento no local : R$ 40,00 o período
Acesso a deficiente

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Vencedores do Circuito Medina/ASM

Os vencedores do primeiro Circuito Medina/ASM de Surf 2016 foram definidos no último dia 20, em Maresias (SP), com a realização  da terceira e última etapa do campeonato, que contou com a presença do campeão mundial de surf de 2014, Gabriel Medina.

Confira uma galeria completa de fotos do evento, sob as lentes do fotógrafo Jorge Mesquita e um vídeo com os melhores momentos do evento.

As listas completas, dos campeões da etapa e do circuito, seguem abaixo.

Em breve serão divulgados a lista com os primeiros integrantes da equipe do Instituto Gabriel Medina, em fase de construção, que promoverá treinamentos físicos e técnicos nos mesmos moldes feitos com o ídolo do surf brasileiro, para alcançar o topo do mundo (confira vídeo abaixo sobre o projeto).

O Circuito Medina/ASM 2016 teve os patrocínios da Oi, Guaraná Antarctica, B.Blend, Vult Cosmética e Rip Curl, com apoios de Wizard Idiomas, Restaurante Terral, Pousada Tambayba, DB Cópias, Cabianca Surfboards, Federação Paulista de Surf, Associação de Surf de São Sebastião e Somar. Realização da Associação de Surf de Maresias (ASM) e Prefeitura Municipal de São Sebastião, através do Departamento de Esportes Náuticos da Secretaria de Esportes.

RANKING FINAL 2016 – APÓS 3 ETAPAS

SUB-16 MASCULINA

1 Pedro Dib – São Sebastião – 2.358

2 Heitor Duarte – São Sebastião (Maresias) Continuar lendo

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Bate-papo com Ale Zeni, CEO do Ibrasurf

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Ale Zeni, CEO do Ibrasurf

Se você conversar com um jovem surfista, no auge da vibe do esporte, sem dúvida ele dirá que seu sonho de futuro é viver do surf. Se você levar o questionamento mais a fundo ele completará seu discurso dizendo que sua meta é ser surfista profissional, ser campeão mundial. Alguns com uma veia mais empreendedora poderão dizer que desejam criar uma marca de surfwear ou quem sabe ingressar uma carreira executiva em uma das gigantes do mercado. Quem sabe, talvez, um surfista um pouco mais “nerd” (se é que isso existe, kkkkk), pode optar pelo caminho da tecnologia criando um game irado (não vejo a hora), um aplicativo e por aí vai.

Também tem o segmento dos artistas que acabam optando pela fotografia no surf, ou da pintura, da escultura. Tem a galera do jornalismo especializado. Não podemos nos esquecer dos professores de surf das escolinhas espalhadas pelas praias do Brasil. Tem instrutor que dá curso de apneia, treino funcional. Claro, tem a galera que fabrica as pranchas.

O fato é que os  caminhos para se viver do surf são inúmeros e o céu é o limite. Basta enxergar uma oportunidade surgindo no horizonte, se posicionar, remar firme e botar pra baixo, sem medo. O importante é fazer com profissionalismo e dedicação.

Foi pensando em como viver do surf que o empresário Ale Zeni, 40 anos, criou há 19 anos atrás o Instituto Brasileiro do Surf, o Ibrasurf. Atualmente conectado à FLUX EXPERIENCES & ENTERTAINMENT, o Ibrasurf comemora hoje números impressionantes que mostram o sucesso de alguns de seus principais produtos. Entre eles estão o Circuito Universitário de Surf, Rock Fest Universitário e Garota Universitária (confirma abaixo vídeo institucional do Ibrasurf/FLUX). Alguns números mostram o potencial do negócio: 4,4 milhões de pessoas impactadas pelos eventos, 30 mil pessoas prestigiando ao vivo as etapas nas praias e os shows e festas em São Paulo, mais de 60 universidades de São Paulo participam dos projetos.

Mesmo em um ano desafiador para a economia nacional, só nas duas últimas etapas do Circuito Paulista Universitário de Surf (realizadas em Maresias e Ubatuba), cada prova recebeu mais de 4 mil pessoas nas praias com cerca de 104 atletas inscritos.

Há pouco menos de 15 dias do Festival Brasileiro Universitário de Surf (vídeo abaixo com os melhores momentos de 2015) e do concurso Garota Universitária 2016 (melhores momentos de 2015 abaixo), que acontecem nos dias 3 e 4 de dezembro, em Maresias (SP), e do Music Conection, com apresentação de Gabriel O Pensador (confira abaixo um clip irado do cantor) e muito mais, no dia 9 de dezembro, em São Paulo, Ale Zeni conversou com o Surfista Paulistano para falar da história do Ibrasurf, sucesso dos produtos que criou, a sacada da conexão com o público universitário, sua visão do atual mercado de surf no Brasil e dicas para o jovem que pretende viver do surf. Uma dica, sem dúvida, chama a atenção “A receita para se viver do surf com sucesso é você se capacitar, estudar, se dedicar, ser honesto e trabalhar duro. Tem muita gente que pensa que só porque o cara vive do surf ele vive o dia inteiro na praia pegando onda e vendo a mulherada de biquini. E não é nada disso. É um trabalho tão árduo como qualquer outro. A vantagem é que a gente fica o dia inteiro pensando em surf, mas tem um monte de pepino pra resolver. Como qualquer outro negócio você tem que ter foco, planejamento, determinação, superação e força de vontade”, afirma Ale Zeni, CEO do Ibrasurf/FLUX.

Confira a entrevista abaixo:

Surfista Paulistano (S.P.) – Como começou sua história no surf?

Ale Zeni (A.Z.) – Meus pais sempre me levaram para a praia, eu pegava onda com pranchinha de isopor, coisa de criança. Comecei a surfar mesmo influenciado pelo meu irmão mais velho. Quando eu tinha 12 anos ele começou a surfar com uns amigos. Um belo dia eu resolvi ir com eles para a Praia do Tombo, no Guarujá (SP). Lembro até hoje que um dos caras me emprestou um longboard verde (risos). Ali foi amor a primeira vista porque eu dropei em uma espuma e fiquei de pé. Depois meu pai me comprou uma prancha e, como um “Surfista Paulistano” a gente ia para a praia só de final de semana e férias. Sempre gostei muito de esporte, tanto de surf quanto de futebol. Depois que meu pai construiu uma casa na praia o surf ficou muito mais frequente na minha vida. Continuar lendo

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Brilho brasileiro nos QSs 6000

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Silvana Lima. Foto: WSL

Neste final de semana, enquanto a atenção de boa parte dos surfistas de plantão estava voltava para os holofotes da Praia da Joaquina, em Florianópolis, sede do Hang Loose Pro Contest 30 Anos, etata de nível 6000 do circuito de acesso à elite mundial, do outro lado do mundo, a brasileira Silvana Lima (foto abaixo) brilhava no Sydney International Women’s Pro. A prova, também de nível 6000, aconteceu em Sydney, na Austrália, valendo pontos para o acesso à elite feminina em 2017, teve como campeã a nossa brazuka, atual campeã brasileira de surf feminino e vice-campeã mundial. Com o resultado, Silvana lidera o ranking de acesso e garante seu retorno para o circuito mundial feminino.

“Mal posso acreditar, é sensacional! Foi um ano de muitas dificuldades e muita luta e fechei ele da melhor forma possível, com a primeira posição no ranking. A classificação para o CT já estava garantida há duas etapas, mas passar em primeiro só engrandece ainda mais esse feito. Estou muito feliz e pronta para voltar para a elite”, comemorou Silvana.

Para quem não manja, os eventos do QS são divididos em eventos de  níveis 1000, 1500, 3000 e 6000. O número representa quantos pontos o primeiro colocado recebe caso vença  a prova. No caso da divisão masculina, ainda acontecem ao longo do ano cinco eventos de nível 10000, a mesma pontuação dada ao campeão em caso de vitória no circuito principal.

No caso do circuito de acesso feminino, são classificadas para a elite no ano seguinte as top 5.

Parabéns Silvana Lima, você é uma guerreira. Que venha 2017!!!

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Jadson André e Kanoa Igarashi. Foto: WSL_Daniel Smorigo

Hang Loose Pro Contest 30 Anos – Já no QS em Floripa, a final foi feita pelo brasileiro Jadson André o nipo-americano Kanoa Igarashi, ambos da elite principal. Após fazer um campeonato impecável, Jadson não conseguiu imprimir o mesmo ritmo excelente imposto por ele durante o evento na bateria final e ficou com a segunda posição (confira abaixo os melhores momentos do último dia de prova).

A vitória seria importante para Jadson já que ele precisa de bons resultados no QS para se manter na elite mundial em 2017. No ranking de acesso masculino, apenas os 10 primeiros garantem sua vaga para o circuito principal. E Jadson André ocupa a 22ª colocação no QS. Já no mundial,  está na 25ª posição e o corte  é feito na 22ª posição. A lista dos top 34 de 2017 que disputarão o título de campeão mundial de surf é composta pelos 22 primeiros colocados no ranking principal, somados ao top 10 do circuito classificatório e mais dois wildcard.

Diferente do circuito classificatório feminino que já acabou em 2016, a disputa entre os homens ainda será composta de mais três provas, sendo que duas delas são de nível 10000: o Hawaiian Pro e o Vans Word Cup, que juntos com o Pipe Master (última etapa do circuito mundial) completam a Tríplice Coroa Havaiana, que começa a partir do dia 12 de novembro, no Hawaii.

Se o circuito mundial masculino de 2017 fosse  definido hoje, pelo ranking principal os surfistas Jadson André, Alejo Muniz e Alex Ribeiro estariam fora da elite no ano seguinte. Já classificados para a próxima temporada estão: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Ítalo Ferreira e Caio Ibelli. Já Wiggolly Dantas e Miguel Pupo estão ameaçados, dependem de combinações de resultados e uma boa performance em Pipeline.

Pelo ranking classificatório, o time brasileiro ganharia reforços de Jesse Mendes, Bino Lopes e Ian Gouveia, com Deivid Silva na cola, com a 11ª posição. Nada definido até o fim do ano e as duas próximas etapas de nível 10000 serão decisórias. Boa sorte aos brazukas!!!

Aloha!!!

 

 

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Base do surf nacional

O guarujaense Alax Ribeiro é o campeão da categoria júnior (até 18 anos) do Hang Loose Surf Attack 2016, circuito das categorias de base mais tradicional do Brasil, cuja quarta e decisiva etapa aconteceu neste final de semana (5 e 6), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). O primeiro colocado na categoria mirim (até 16 anos) ficou com o catarinense Lucas Vicente, com Pedro Dib, de São Sebastião, sendo o vice e declarado campeão paulista.

Na iniciante (até 14 anos), Eduardo Motta, também do Guarujá, levou o caneco, enquanto que na estreante (sub12), Caio Costa, de São Sebastião, confirmou a ponta. Já na petit, Ryan Kainalo, defendendo Ubatuba, já era o bicampeão por antecipação e terminou o circuito como o único atleta com 100% de aproveitamento com mais uma vitória.

Na disputa por equipes, Ubatuba voltou ao lugar mais alto do pódio, faturando o prêmio especial de R$ 2 mil, oferecido pela Federação Paulista de Surf, como incentivo ao trabalho de base.

O Circuito Paulista das categorias de base foi criado em 1988 e desde 1995 conta com o patrocínio da Hang Loose. Praticamente todos os brasileiros que figuram na elite mundial do CT, inclusive os dois campeões mundiais, Gabriel Medina e Adriano de Souza, se destacaram e tiveram partes de suas formações no Hang Loose Surf Attack, um dos “xodós” do empresário Álfio Lagnado, proprietário da Hang Loose e, sem dúvida, um dos maiores incentivadores do surf brasileiro. Os resultados completos podem ser conferidos no site www.fpsurf.com.br.

Confira acima uma galeria de fotos com os melhores momentos da prova, registrados nas lentes do fotógrafo Munir El Hage.

O Hang Loose Surf Attack teve a organização da Federação Paulista de Surf, com patrocínios de Overboard Action Sports Store, Hot Water, Super Tubes, Surftrip, Sthill Wet Land e Sunpeak Surf. Apoios de Rhyno Foam, CT Wax, Waves, FMA Notícias, DFS Gol Business e Governo do Estado de São Paulo. Colaboração das prefeituras de Santos, Guarujá, São Sebastião e Ubatuba, Associação Santos de Surf, Associação de Surf de Guarujá, Associação de Surf de São Sebastião e Associação Ubatuba de Surf. 

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