Algumas cifras do COI

Para quem gosta de discutir o sucesso dos negócios do esporte, o Comitê Olímpico Internacional (COI) é pauta com “P”. Em matéria publicada nesta segunda-feira, dia 16, na Folha de São Paulo, foram revelados alguns pontos do contrato da entidade máxima do esporte olímpico no mundo com a organização dos Jogos de 2016.

O documento garante apenas ao Comitê Organizador da Rio 2016 acordos comerciais locais, incluindo patrocínios e venda de ingressos. Por outro lado, o COI recebe os direitos de transmissão de TV, patrocínios internacionais e licenciamento de produtos no exterior.

Usando como exemplo as Olimpíadas de 2008, em Pequim, na China, dos US$ 5,45 bilhões arrecadados, o COI levou 65% do total.

Mas, segundo o contrato fechado entre Brasil e COI, o país do futebol não ficou sem nada: as despesas com construções de infraestrutura e sedes olímpicas e a responsabilidade de pagar os impostos do COI no evento são da Prefeitura e do comitê organizador brasileiro. Alguém dúvida que o COI é um bom negócio?

Sobre João Carlos Godoy

Jornalista, surfista, amante, fanático por surf e pelo mar. Formado no curso de MBA de Gestão no Esporte da Universidade Anhembi Morumbi e assessor de imprensa na área de negócios e esporte. E-mail para contato: jc.surfistapaulistano@gmail.com
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