Naming rigths virou a solução para tudo

Tanto nos Estados Unidos como na Europa, a estratégia de naming rigths já é aplicada há anos, com sucesso, vale frisar. No Brasil, essa prática vem sendo adotada após os anúncios da Copa de 2014 e Jogos de 2016. A diferença é que aqui esse tipo de plano está sendo adotado para esconder anos de abandono falta de investimentos públicos e falhas na gestão do esporte.

Um exemplo claro dessa realidade é uma matéria publicada neste domingo 22 no jornal O Estado de São Paulo, de autoria da jornalista Amanda Romanelli. A reportagem afirma que as reformas no Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, que inclui o Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, já consumiram em torno de R$ 33 mihões e para mantê-lo em funcionamento serão necessários R$ 14 milhões por ano. Resultado: o governo busca agora uma parceria público-privada que cederá o nome do local para um possível patrocinador. Não crítico essa prática, desde que seja bem planejada. Vamos torcer para que pelo menos dessa vez eles consigam fazer a coisa certa.

Sobre João Carlos Godoy

Jornalista, surfista, amante, fanático por surf e pelo mar. Formado no curso de MBA de Gestão no Esporte da Universidade Anhembi Morumbi e assessor de imprensa na área de negócios e esporte. E-mail para contato: jc.surfistapaulistano@gmail.com
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