Surf: luto pelas drogas

Quase um mês atrás encontrei uma prima muito querida na rua. Fazia muito tempo que não nos víamos. Jogando conversa fora contei sobre o meu desafio em aprender a surfar. Vendo o brilho em meus olhos falando dessa experiência que é capaz de mudar a vida de qualquer pessoa, ela me perguntou: “Você não está usando drogas, está?”. Antes de revelar exatamente a minha resposta, adianto uma reflexão.

O problema não foi ela achar que eu poderia estar fazendo isso. O que me chateou foi pensar que infelizmente muitas pessoas ainda olham para o surf como um esporte de drogado, de maconheiro. A regra é clara. No surf, ou em qualquer outro esporte, quem se mete com drogas se dá mal. Uns mais rápidos, outros mais lentos.

Há pouco menos de um mês postei no Surfista Paulistano um breve desabafo cujo título foi “Drogas contra o esporte“. Um exemplo de quem demorou para se dar mal. Neste domingo, dia 10, o site Waves publicou uma notícia. Dessa vez um exemplo de quem não demorou para ser dar mal.

A resposta que eu dei para minha prima? Respondi: “Drogas? Com o surf na veia eu não preciso de drogas”. Aliás, ninguém precisa. Seja esportista, sufista ou não.

 

 

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