O prazer de trabalhar na história do esporte

A seleção brasileira de basquete neste sábado, dia 10, soltou o grito preso na garganta (no vídeo abaixo). Com a vitória contra a República Dominicana em Mar del Plata, na Argentina, finalmente nos classificamos para os Jogos de 2012. Há 16 anos nosso país ficou na fila, fora dos Jogos Olímpicos. Foram praticamente 14 anos com uma Confederação mal administrada, uma modalidade jogada as traças, ou melhor, jogada na mão de traças e sanguessugas. Dessa vez foi diferente.

Dentro das quadras, contamos com a genialidade do técnico Rubén Magnano, a experiência de Marcelinho Machado, o talento de Marcelo Huertas (no vídeo abaixo), Tiago Splitter, Guilherme Giovannoni e Rafael Hettsheimer. Porém fora das quadras, a comunidade do basquete brasileiro contou com o apoio de nomes como Marcelo Doria, José Carlos Brunoro, Luis Felipe M. de Barros, Carlos Boaventura Nunes, entre outros. Foram esses nomes que nos bastidores fizeram e fazem a administração acontecer.

Através de planejamentos estratéticos nas áreas de marketing, financeira e administrativa, a Confederação Brasileira de Basquete pode reestruturar suas finanças, pagar suas dívidas, retomar sua credibilidade, conquistar novos patrocinadores, etc. Tudo isso criou infraestrutura para que nossos heróis pudessem brilhar dentro das quadras. Muitos jornalistas “pagos” mandados, “manipuladores de opinião” tentaram, tentaram e tentaram atrapalhar o processo. Mas, como no fim de qualquer longa metragem de sucesso, o bem sempre vence no final. E, no esporte, boa administração, aliada a estrutura de treino para atletas e formação de novos talentos, é sinônimo de bom resultado.

Não vou estender esse discurso falando dos “pagos” mandados, dos manipuladores de opinião, mas esses, que criticaram, acusaram, que muitas vezes nos fizeram traçar estratégias para pode provar nosso trabalho bem feito dentro do esporte, neste momento sumiram. Se calaram. Os que não se calaram, por um passe de mágica, passaram a falar bem. Sim meus caros, com fatos concretos não existem contestações, insinuações e mentiras que se sustentam.

Sempre tracei minha história profissional baseada no marketing esportivo, nos negócios do esporte. Decidi cair de cabeça nessa aventura no período em que o golfe retornou aos Jogos Olímpicos, com reestréia no Brasil, em 2016 (na época eu trabalhava para a Confederação Brasileira de Golfe); quando nosso país se tornou sede das Olimpíadas de 2016, no momento em que viramos sede para 2014. Isso me deu mais tesão em carregar essa bandeira, mais vontade de investir nesse futuro. Neste final de semana, como estou muito envolvido no processo de profissionalização da Confederação Brasileira de Basquete pude me emocionar de verdade com a conquista de uma vaga nos Jogos. Essa era a principal meta dessa equipe para 2011. E, é um prazer fazer parte desse time. É um prazer ser brasileiro neste momento.

Sobre João Carlos Godoy

Jornalista, surfista, amante, fanático por surf e pelo mar. Formado no curso de MBA de Gestão no Esporte da Universidade Anhembi Morumbi e assessor de imprensa na área de negócios e esporte. E-mail para contato: jc.surfistapaulistano@gmail.com
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2 respostas para O prazer de trabalhar na história do esporte

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