Surf elite brazuca retro 2013 – parte I

Adriano de Souza toca o sino de campeão em Bell's. Foto: ASP

Adriano de Souza toca o sino de campeão em Bell’s. Foto: ASP

Cinco etapas compuseram o primeiro semestre de 2013 na corrida pelo título mundial de surf profissional. Das provas realizadas, o surf brazuca passou por picos como Austrália, Brasil, Fiji e Indonésia.

Em relação à performance dos atletas verdes e amarelos, a disputa mais marcante para o país aconteceu em Bells Beach, Austrália, com a vitória do paulista Adriano de Souza, o Mineiro (na foto acima), no Rip Curl Pro Bell’s Beach (vídeo abaixo).

Na sequência, o mesmo Mineiro emplacou um segundo lugar na etapa brasileira do campeonato, no Billabong Rio Pro, no Rio de Janeiro (vídeo abaixo), assumindo assim a liderança do ranking mundial naquele período.

Na primeira etapa do ano, na Gold Coast australiana, durante o Quiksilver Pro 2013, o Brasil foi mal. As melhores colocações ficaram com Gabriel Medina, Alejo Muniz e Filipe Toledo, empatados na 13ª colocação (vídeo abaixo).

Seguindo para o quarto e quinto desafios do circuito, em Fiji e Indonésia, respectivamente, as participações brazucas foram tímidas em relação aos resultados finais obtidos em cada prova.

Nas bancadas de Fiji, onde rolou o Volcom Fiji Pro 2013, Miguel Pupo e Heitor Alves ficaram juntos na 13ª posição, os melhores entre os brasileiros (vídeo no link).

Já em Bali, no Oakley Pro Bali, Adriano de Souza, hoje na sétima colocação do ranking mundial (caiu seis posições em menos de dois meses), foi o melhor na água, ficando em 9º lugar, provando que bancadas de coral não são o forte entre os brazucas da elite (vídeo abaixo).

Chances de algum brazuca chegar ao título mundial em 2013 no segundo semestre? É claro que existe. Tirando a temida bancada de Teahupoo, cujo desafio acontece agora em agosto, as próximas três etapas do WT, Trestles (EUA), Hossegor (França) e Peniche (Portugal), são beach breaks, onde Gabriel Medina e Adriano de Souza já brilharam em outras ocasiões (veja aqui, aqui e aqui). A última etapa, em Pipeline, no Hawaii, é outros quinhentos, mas até lá temos boas chances de performances de tirar o fôlego, tomara.

Sobre João Carlos Godoy

Jornalista, surfista, amante, fanático por surf e pelo mar. Formado no curso de MBA de Gestão no Esporte da Universidade Anhembi Morumbi e assessor de imprensa na área de negócios e esporte. E-mail para contato: jc.surfistapaulistano@gmail.com
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