Brazilian Storm na boca da mídia

Atletas do tour mundial

Atletas do tour mundial

Os portais Globo Esporte.com e Waves publicaram nessa semana uma discussão, na minha opinião, polêmica mais ao mesmo tempo sadia para o surf. O tema é a expressão “Brazilian Storm”. Expressão ou marca? Bem, na minha avaliação os dois.

Historicamente e culturalmente é uma expressão, porque ela foi criada pela mídia norte-americana. E, de acordo com as matérias publicadas pelor portais é também uma marca, registrada. Por que não?

Controverso para alguns e natural para outros.

Os brazukas estrelas da elite do surf mundial (foto acima) publicaram rapidamente um manifesto em suas redes sociais para informar que eles não tem nada haver com a então “marca” Brazilian Storm. Entre eles Filipe Toledo. Eles estão certos porque eles têm contratos comerciais com diversas marcas. As imagens deles custam, têm valores. Como todo atleta os espaços em suas pranchas têm preços. Isso é profissão, processo natural, saudável.

Por outro lado, Claudio Feliciano, administrador da página Brazilian Storm Surf no Facebook também fez sua defesa informando que eles “da Marca Registrada “Brazilian Storm”, NÃO temos vínculos com atletas profissionais que figuram hoje no Circuito Mundial WSL, nós no momento não temos nenhum produto e nenhuma renda como marca.

Nós criamos uma torcida organizada para torcer para todos os atletas Brasileiros ao redor do mundo que se destacam em diversos esportes em âmbito nacional e internacional.

Temos ajudado associações e atletas de base sem patrocínio no Surfe, atletas de Triathlon IRONMAN, ONG’s que realizam limpeza de Praias entre outros projetos de ações que entrarão em vigor com a entrada de recursos financeiros.

Nosso objetivo é promover a inclusão de pessoas no esporte afim de que possam vir a tornar-se atletas profissionais e a partir dai conseguir destaque para que outras marcas e patrocinadores possam investir em esporte Profissional.”

Também achei válida essa defesa. Louvável o fato do administrador da página deixar claro que ele não tem nada haver com os atletas da elite do tour.

O que me chamou atenção, e vale a reflexão, foi um comentário publicado por um surfista na página de um dos envolvidos no caso. O post diz: “…Temos no Brasil um precedente clássico para o presente caso que é a Hang Loose. Será que os gringos gostaram de saber que o cumprimento tradicional dos surfistas do mundo inteiro havia sido registrado como uma marca e que, cada vez que estava cumprimentando seu amigo, estaria divulgando a marca de um brasileiro? Se a estratégia comercial está sendo muito agressiva, só o tempo dirá.”

Cada um com sua versão e todos a favor do crescimento e profissionalização do surf, sem hipocrisia!!!

Aloha!!!

Sobre João Carlos Godoy

Jornalista, surfista, amante, fanático por surf e pelo mar. Formado no curso de MBA de Gestão no Esporte da Universidade Anhembi Morumbi e assessor de imprensa na área de negócios e esporte. E-mail para contato: jc.surfistapaulistano@gmail.com
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