Quem entra e sai da elite do surf em 2018

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John John Florence (bi-campeão mundial de surf profissional). Foto: WSL/Tony Heff.

Aloha galera!!! Após o término do Billabong Pipe Master, última etapa do circuito mundial de surf profissional, que acabou nesta segunda 18 com a vitória do francês Jeremy Flores, e após a conquista do título de bicampeão mundial de surf profissional para o havaiano John John Florence (título mais que merecido), agora podemos divulgar sem medo de errar quem serão os 34 atletas que vão compôr o tour em 2018.

Os 22 primeiros classificados pelo ranking principal para 2018 são: John John Florence, Gabriel Medina, Julian Wilson, Jordy Smith, Matt Wilkinson, Owen Wright, Kolohe Andino, Adriano de Souza, Joel Parkinson, Filipe Toledo, Sebastian Zietz, Mick Fanning, Connor O’Leary, Frederico Morais, Jeremy Flores, Adrian Buchan, Kanoa Igarashi, Caio Ibelli, Michel Bourez, Conner Coffin, Joan Duru e Ítalo Ferreira.

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Jesse Mendes. Foto: WSL/Steve Robertson

Os classificados pelo circuito de acesso (WQS) para a elite são Griffin Colapinto, Jesse Mendes (Brasil), Wade Carmichael, Tomas Hermes (Brasil) , Yago Dora (Brasil), Willian Cardoso (Brasil), Keanu Asing, Ezekiel Lau, Michael Rodrigues (Brasil) e Patrick Gudauskas.

Um fato muito importante para ser considerado, que vai contra a teoria da conspiração da turma do “mi, mi, mi” é que em 2018 o Brasil terá o maior time de surfistas no tour entre as nações que vão disputar o caneco principal. Serão onze brasileiros correndo pelo título no próximo ano contra oito australianos, seis norte-americanos, quatro havaianos, dois franceses, um sul-africano, um português e um tahitiano. Ou seja, sem sombra de dúvidas, o Brasil vive a sua melhor fase no surf competição internacional e o fato de não levar o título não significa que os brasileiros estão sofrendo perseguição. Em um passado muito recente (2014 e 2015) a bandeira verde e amarela flamulou no lugar mais alto do mundo do surf. O brasileiro precisa sim aprender a perder e dar o mérito para o atual bi-campeão mundial, John John Florence, que ao lado do brasileiro Gabriel Medina é, sem dúvida, o melhor surfista do mundo na atualidade.

Pela regra da Liga Mundial de Surf (WSL), dois atletas completam as duas últimas vagas do ranking (vagas 33 e 34), os chamados wildcards, considerando atletas lesionados ou convidados pela liga. A primeira vaga da lista será ocupada pelo 11 vezes campeão mundial Kelly Slater, que sofreu um grave lesão no meio do circuito em 2017. A última vaga está confirmada para o brasileiro Ian Gouveia, filho do mito Fábio Gouveia. Ian encerrou a temporada na primeira vaga (23º) após o corte de classificação. Para se manter na elite o jovem atleta precisava vencer em Pipeline. Considerando que a etapa do Hawaii foi a estreia de Ian nessa prova, o pernambucano ficou com a terceira posição, o que certamente chamou a atenção dos tomadores de decisão do circuito.

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Ian Gouveia. Foto: WSL

Além disso, os também brasileiros Miguel Pupo e Wiggolly Dantas foram anunciados pela WSL como terceiro e quatro alternates, respectivamente. Uma espécia de lista de espera do tour.

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Jadson André. Foto: WSL/Tony Heff

Infelizmente o time brasileiro sofreou baixas relevantes no time para 2018. Os atletas que deixam a elite no próximo ano são: Jadson André (Brasil), Wiggolly Dantas (Brasil), Bede Durbidge, Ethan Ewing, Leonardo Fioravanti, Josh Kerr (aposentado), Jack Freestone, Stu Kennedy, Miguel Pupo (Brasil) e Nat Young.

 

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