WSL: formato de competição 2019 e regras para as Olimpíadas 2020

Gabriel Medina. Foto: Poullenot /WSL

Aloha galera!!!

A World Surf League (WSL) divulgou na última sexta-feira (15) um novo formato para as competições masculinas e femininas do World Championship Tour em 2019.

Ilustração: WSL
Ilustração: WSL

Conforme as imagens acima, a mudança consiste na quantidade de surfistas nas baterias o que na minha opinião vai aumentar a dificuldade das disputas (o que traz mais emoção) e deixar os campeonatos mais curtos.

No round 1, o que muda é que nesse ano passam para o round 3 o primeiro e o segundo colocado da bateria (antes passava apenas o primeiro) e o terceiro vai para o round 2, a repescagem.

Na segunda rodada, também vão passar dois atletas para o round 3, o que além de aumentar a chance de seguir vivo de quem não começou a etapa tão bem, a decisão também vai reduzir significativamente o número de baterias dessa rodada. Se antes eram 12 baterias com dois surfistas cada, agora serão quatro baterias com três atletas.

No round 3 o bicho vai pegar até a final, porque dessa bateria em diante a disputa será homem x homem, onde quem perder está fora.

Essa regra começa a valer a partir da primeira etapa do tour (masculino e feminino), com início em 03 de abril, na Gold Coast, Austrália.

Jogos Olímpicos 2020

Outra novidade, nem tão novidade assim, divulgada pela WSL nesse mesmo comunicado, é sobre a classificação para os Jogos Olímpicos de 2019, no Japão.

De acordo com a WSL, vai funcionar assim: o ranking mundial de 2019, ao final da temporada (em dezembro), determinará 18 dos 40 lugares reservados para surfistas que disputarão e medalha de ouro olímpica. Pelo ranking da WSL no final desse ano serão convocados os primeiros 10 homens e 8 mulheres.

Porém é importante frisar que serão selecionados apenas dois atletas por país. Exemplo: se no final do ano Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Filipe Toledo ficarem entre os 10, apenas os dois melhores colocados vão para os Jogos e assim vai passando a vez até completar a lista dos 10, o que significa que vale lutar também para se manter ali em torno da 11ª colocação. A mesma regra vale para o feminino.

Kanoa Igarashi, do Japão. Foto: Cestari/ WSL

Os outros 22 lugares restantes para disputar as Olimpíadas serão definidos nos mundiais (2019 e 2020) da International Surf Association (ISA), o ISA Games; nos Jogos Panamericanos 2019, em Lima, no Peru; e dois lugares (homem e mulher) cedidos para o país anfitrião, no caso o Japão, que tem nomes fortes no surf como Kanoa Igarash (foto acima).

Importante frisar que as regras anunciadas atendem aos requisitos de elegibilidade tanto da ISA (entidade responsável pelo surf nas Olimpíadas), como do Comitê Olímpico Internacional.

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