As 3 principais tecnologias de ondas artificiais pelo mundo

Aloha, galera! Eu não sei vocês mas eu tenho o sonho de ter uma piscina de ondas artificiais no quintal da minha casa. Claro que não moro em um terreno suficientemente grande para isso, mas, quem sabe um dia?

Com certeza os críticos de plantão vão dizer: “piscina de onda é chato, prefiro o mar”. Concordo que o mar é mais legal, mas o dia em que eu tiver uma piscina de ondas ou morar perto de uma você fica com o mar e eu sigo surfando, ok? rsrsrsrsr. Brincadeira!!!

O fato é que as piscinas de ondas artificiais já são uma realidade no surf e no surf competição.

Decidi fazer esse post para mostrar e recapitular quais são os principais nomes no mercado que tem assinado projetos grandiosos para construir, mecanicamente, a onda perfeita.

A pioneira no setor é a Wavegarden. No vídeo abaixo eles contam a história da empresa nesse segmento e na sequência, eles mostram o tamanho da equipe que eles mantém no Wavegarden Demo Center, localizado no na Espanha. Se liga na quantidade de pessoas necessária para satisfazer nossa sede pelo surf. Começo a desistir de ter a minha própria piscina de ondas (rsrsrsrsrs).

Também não poderia deixar de falar do badalado Surf Ranch, na Califórnia (EUA), desenvolvido pela Kelly Slater Wave Company, subsidiária da World Surf League (WSL), que hoje é sede de uma etapa do World Championship Tour (WCT). Em fevereiro desse ano, em uma entrevista para a
Sports Pro Media, a CEO da WSL, Sophie Goldschmit, afirmou que existem projetos para a expansão do Surf Ranch em países como Japão, Brasil (Vinhedo, região de Campinas, interior paulista), Austrália e Paris, além de Los Angeles, nos EUA. O vídeo que eu repesquei para mostrar essa tecnologia foi uma produção da Science Magazine.

Por fim, o projeto mais recente anunciado (outubro de 2018), o Surf Lakes, localizado na Austrália, já adiantou que abrirá em 2020 as portas ao público em Gold Coast. O projeto, que tem como embaixadores os ex-campeões mundiais Mark Occhilupo e Barton Lynch, tem como objetivo proporcionar ondas em 360º, produzindo cinco picos de surfe diferentes no mesmo local, porém com tamanho e extensão variados e adaptados para todo nível de surfista. A Surf Lakes, inclusive, também já demonstrou intensão de expandir o projeto para outros seis endereços, incluindo o Brasil. Confira abaixo, vídeo que mostra a primeira sessão de surf no pico.

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