Guaraná na onda do surf

Guaraná Black
Guaraná Black

A marca Guaraná Antartica, uma das patrocinadoras do atual campeão mundial de surf, o brasileiro Gabriel Medina, também está surfando na fama de seu atleta para os seus comerciais.

Para o lançamento do Guaraná Antarctica Black (guaraná com açaí), foto acima, Medina foi a estrela do filme publicitário (abaixo) surfando a noite, no escuro.

O filme será veiculado exclusivamente nos canais de Guaraná Antarctica na Internet e faz parte da primeira fase da campanha #SeJogaNoEscuro, que incentiva o consumidor a provar o desconhecido, o inusitado e o novo.

Além do filme, a ação prevê uma promoção onde os internautas concorrerão à prancha usada por Medina durante a gravação do filme, em Maresias. A promoção é válida de 09 a 30 de Janeiro.

Mais informações no link!!!

Aloha!!!

Bate papo com surfista profissional

luciano brulher2_sidney polansk_liquid eye

“Se você quer ser alguém no esporte, tem que entrar

para medir força com os melhores”

Luciano Brulher.

Foto: Sidney Polansk/Liquid Eye

A frase acima é um conselho que o surfista profissional Luciano Brulher, 25 anos, local de Caraguatatuba (SP), ouviu em 2007 em um conversa com um técnico da equipe paulista amadora na época. Foi neste momento que Ninho, como é conhecido entre os mais próximos, decidiu se tornar profissional e hoje é o único surfista pro da cidade, conhecida erroneamente por ser um destino de praia de mar flat. Eu mesmo, já editando o Surfista Paulistano, peguei alguns swells de leste clássicos em Caraguá e picos como praia Brava e outros secret points do local são de fazer a cabeça.

Em comemoração ao aniversário da Associação de Surf de Caraguá (ASC), o Surfista Paulistano falou com Brulher sobre sua carreira, performance, localismo, Copa do Mundo e o atual cenário do surf profissional no Brasil. Confira:

Surfista Paulistano (S.P.) – Como começou a surfar? 

Luciano Brulher (L.B.) – Aprendi a surfar em março de 1992 com meu pai (o surfista local Luciano Sant’anna, de Caraguá). Eu tinha 3 anos e meio de idade. 

S.P. – Qual o maior perrengue que já passou no mar? Qual segredo para esse tipo de situação?

L.B. – Não lembro muito bem de quando e onde, mas já cheguei a sair bem tonto do mar depois de tomar um caldo bem forte. O segrego para esse tipo de situação é estar bem preparado fisicamente para sofrer consequências, às vezes.

S.P. – Qual seu estilo de surf preferido e qual é sua prancha mágica?

L.B. – Gosto do surf clássico e manobras inovadoras. Minha prancha mágica é uma 5’6 pés, do shaper Marcelo Barreira, da MB Surfboards. Ela tem 18 1/2 e 2/16, com rabeta round squash. É uma prancha muito versátil seja para ondas picadas ou mexidas até para ondas um pouco mais perfeitas e maiores. Ela é bem rápida e facilita muito na manobra, com bastante pressão. Esse modelo é resultado de um bom trabalho com o Marcelo, que tem sido fundamental pra minha carreira. Também agradeço muito o apoio da marca de parafina Manga Wax.

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A roda do surf profissional

Gabriel Medina 2014 Foto: ASP/Steve Sherman
Gabriel Medina 2014
Foto: ASP/Steve Sherman

O próximo dia 02 dá início ao Drug Aware Margaret River Pro, Austrália, segunda etapa do circuito da elite profissional da ASP (vídeo abaixo). A torcida brasileira, é claro, vive um momento de euforia neste início de ano, com dois brasileiros entre os três primeiros do ranking mundial. Os paulistas Gabriel Medina (na foto acima), campeão da primeira etapa do campeonato, o Quiksilver Pro Gold Coast (Austrália), e atual número 1 do mundo, e Adriano de Souza, o Mineiro, que ficou empatado com terceira posição da mesma prova, e mais uma vez responsável pela eliminação de ninguém menos que Kelly Slater.

Deixando a paixão verde amarela de lado, acredito que todos os competidores da ASP vivem um momento de expectativa e euforia. A partir de 2014, os principais atletas do planeta passam a ver uma ASP renovada com uma proposta diferenciada e mais profissional.

Após ser adquirida em 2013 pela empresa ZoSea, a Associação de Surf Profissional (ASP) iniciou esta temporada com um patrocinador global, a Samsung. Agora, a Continue lendo “A roda do surf profissional”

Crise financeira no surf

Os surfistas da elite do surf profissional já sentiram os efeitos da crise financeira com o rebaixamento da etapa de J-bay, na África do Sul, que deixou de compor o circuito mundial em 2012. Isso porque as marcas patrocinadoras tiveram que deixar de lado o patrocínio de alguns eventos para economizar. No meio do surf esse é um comentário que sempre vem em pauta entre os organizadores dos principais campeonatos de surf do país. O que assusta é quando a notícia chega na grande mídia nacional. Nesta segunda-feira, dia 20, a jornalista Letícia Casado, do jornal Valor Econômico, assinou uma matéria, reproduzida abaixo, cujo título fala por si. Na sequência, uma outra matéria da mesma jornalista mostra o movimento de outras marcas de surf no Brasil que estão atraindo investidores internacionais. Se outros setores da economia mundial querem surfar na boa economia brasileira, porque não surfar também no mercado de surfwear. Aloha!

Billabong e Quicksilver enfrentam fase difícil

As duas gigantes do mundo de moda surfe enfrentam uma fase difícil. A Billabong recebeu uma proposta de compra no começo do ano, recusou e agora tem na mesa uma oferta que vale menos da metade da anterior. A Quiksilver tenta sair do prejuízo que registra desde quando abriu o capital, em 2008.

Em dezembro de 2011, a australiana Billabong anunciou uma reestruturação que incluía o fechamento de 100 a 150 lojas e a demissão de mais de 400 empregados. Em fevereiro de 2012, o fundo de private equity TPG Capital fez uma oferta de 3 dólares australianos por ação, o que equivalia a 841 milhões de dólares australianos (US$ 865 milhões, em câmbio da época). A proposta foi rejeitada pelos acionistas, que alegaram que a marca valia muito mais.

Só que os números apresentados em fevereiro, referentes ao primeiro semestre fiscal, encerrado em 31 de dezembro de 2011, não ajudaram a Continue lendo “Crise financeira no surf”

Surf olímpico na pauta

O desafio de trabalhar um veículo segmentado é fazer com que a publicação não seja cópia da concorrência. Nas revistas de surf, por exemplo, o desafio é quase cumprido a risca. Digo quase porque alguns assuntos são inevitáveis. Se algum brasileiro vence algum campeonato, certamente ele terá destaque em todas as edições do mês seguinte. O que vale nesses casos é dar uma abordagem diferente. As revistas de surf tentam seguir essa linha, felizmente algumas conseguem. Afirmo isso sem medo de errar, porque assino as três principais revistas de surf do país e fazer revista segmentada ou de grande imprensa é algo que sei fazer.

Acho mais do que válido valorizar o trabalho bem feito da imprensa de surf. Portanto, dessa vez, meu comentário vai a favor da revista Alma Surf, que publicou recentemente uma edição inteira falando sobre o projeto de transformar o surf em esporte olímpico (para ler o conteúdo da revista clique aqui).

Sou totalmente a favor desse processo. Eis a melhor forma de fomentar uma modalidade esportiva. Acompanhei isso de perto trabalhando como assessor de imprensa em outras modalidades e vi muitas práticas esportivas crescerem da noite para o dia por conta disso. Quando falo em crescer estou falando de mais patrocínio, gestão profissional, mais praticantes, eventos de grande porte com acesso a todos, etc.

Ainda sobre esse assunto, o projeto Surf Olímpíco, recentemente ganhou mais um reforço no Facebook. O grupo Surf Esporte Olímpico rapidamente ganhou bastantes adeptos na rede social. Vale a pena entrar lá para ver. Tem comentários de todos os tipos. Tem uma galera a favor do surf nas Olimpíadas e uns mais exaltados (alguns meio mal educados) contra. Faz parte da democracia. O que vale a pena no final é ver um brasileiro conquistar o ouro olímpico depois de pegar altas ondas. Aloha.

 

 

Surf na sala de aula

A 5ª edição do principal curso de Administração, Marketing e Gestão de Negócios em Surf já vai começar. Para quem trabalha ou sonha em trabalhar no que mais gosta eis uma ótima oportunidade para ficar ao lado de grandes nomes do setor convidados para debater a situação atual do mercado, que cresce num ritmo acelerado e movimenta bilhões de dólares no Brasil e no mundo. Essa constante expansão exige profissionais cada vez mais qualificados para cuidar de seus negócios e serviços.

O objetivo do curso Surf: Administração, Marketing e Gestão de Negócios, realizado pelo Instituto Brasileiro do Surf (Ibrasurf), é capacitar interessados de diversas áreas para atuar no universo surf e atualizar os profissionais que já trabalham no segmento com as últimas informações e atualidades sobre o assunto. Vale lembrar que este é o principal programa sobre o tema no mundo e acontece dentro da maior instituição de ensino da América Latina, a USP.

As aulas acontecem de 24 de abril a 19 de junho, às terças feiras, das 19h às 21h30, na Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Outra forma de participar é através da transmissão ao vivo pelo site do Ibrasurf.

Para ter acesso à programação e currículo dos palestrantes clique aqui. Para fazer a inscrição clique aqui.  Valor promocional até 31/março – R$500,00 à vista ou 2x R$250,00 e após 1º de abril – R$600,00 à vista ou 3x R$200,00. Os interessados devem entrar em contato com o Ibrasurf através do telefone (11) 5052-5011 ou pelo email ibrasurf@ibrasurf.com.br.

Licenciando geral: de carne ao surf

Há algumas semanas atrás li a notícia de que o departamento de marketing do Flamengo estava licenciando uns produtos com a imagem do Ronaldinho Gáucho. Tudo bem, estéticamente não é a cara mais bonita do mundo (brincadeira), mas está certo o clube licenciar produtos usando uma de suas principais ferramentas de marketing. Só espero que o clube tenha desenvolvido um belo estudo de mercado para medir a viabilidade comercial desse tipo de produto.

Nesta quarta-feira, dia 10, achei engraçado quando li no site Máquina do Esporte a notícia de que “o torcedor flamenguista que quiser fazer um churrasco poderá contar com uma marca associada ao seu clube. O marketing do Flamengo acertou com a Frigo-Premium para fazer uma carne licenciada do time…”. Exatamente: carne com a marca Flamengo. A mesma matéria dá exemplos de outros times que possuem ou já tiveram produtos licenciados na área de alimentos. Desejo muito ver os estudos de mercado desses produtos também. Deve ser no mínimo curioso.

Como se não bastasse, no mesmo dia li outra notícia, dessa vez no site Rico Surf, mostrando que a marca rubro-negra também licenciou para a empresa First Glass o direito de exploração de pranchas de surf. Pelo menos nesse caso, a matéria afirma que “até os produtos serem lançados, muitas pesquisas foram realizadas e os envolvidos chegaram a conclusão que todo o contexto agradará…”. Os quatro modelos de pranchas disponíveis (na foto acima) estão em exposição nas lojas da FlaShop, na Rua da Quitanda, e do Shopping Nova América, e podem ser compradas sob encomenda, com preços de R$ 890,00 (prancha) a R$ 990,00 (fun boards).

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